A Riotur está recebendo os pedidos de autorização para desfile dos blocos de rua no carnaval de 2010. O prazo acaba no dia 30 de agosto, e quem não der entrada até essa data não receberá autorização para desfilar nas ruas no carnaval do ano que vem. Até o momento, 28 agremiações já apresentaram seus pedidos. O responsável pelo bloco deve comparecer à Praça Pio X, número 119, 12° andar, ao lado da Candelária, no Centro, para preencher e assinar o requerimento. É preciso entregar uma cópia da identidade e do CPF. Outras informações pelo telefone 2271-7058.quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Carnaval em tempo de ordem!
A Riotur está recebendo os pedidos de autorização para desfile dos blocos de rua no carnaval de 2010. O prazo acaba no dia 30 de agosto, e quem não der entrada até essa data não receberá autorização para desfilar nas ruas no carnaval do ano que vem. Até o momento, 28 agremiações já apresentaram seus pedidos. O responsável pelo bloco deve comparecer à Praça Pio X, número 119, 12° andar, ao lado da Candelária, no Centro, para preencher e assinar o requerimento. É preciso entregar uma cópia da identidade e do CPF. Outras informações pelo telefone 2271-7058.sábado, 13 de junho de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
Mais de mil palhaços no salão!













Para vizualizar mais fotos do desfile 2009, visite nossa página do Flick;
http://www.flickr.com/photos/29746011@N03/
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Fuzuê 2009
De base familiar e fundado por amigos, o “Fuzuê faz” parte da nova geração de blocos cariocas que está trazendo de volta o carnaval popular para dentro dos bairros da cidade. A idéia é reviver o carnaval do Rio Antigo com a turma fantasiada e mascarada, jogando confete e serpentina. A tomada da rua pelo Fuzuê é uma atividade que proporciona um encontro divertido entre amigos, famílias, crianças e idosos tendo como base o gosto pela festa e o espírito de irreverência típico da cultura carioca.
Concentrando-se na Praça do Grego a partir do meio dia do domingo que antecede o carnaval oficial, a rapaziada do bloco desfila sem carro de som e sem corda, contando apenas com os “pulmões fortes” de seus numerosos músicos e com o “gógó” de seus foliões que não deixam de cantar para saudar com alegria, a chegada do carnaval na cidade.


sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Nossa Madrinha: Banda de Ipanema
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Praia da Bica; Jardim Guanabara; Cacuia; Cocotá! . . . Vai!?
A construção da ponte ligando a Ilha do Governador ao continente em 1949.
O aspecto rural e o trânsito rarefeito da Estrada do Galeão na decáda de quarenta.
A Praia de São Bento até meados da década de 50, pelas condições favoráveis das límpidas águas da Baia de Guanabara, abrigou uma Colônia de Pesca que acabou por se extinguir, dando origem a peixaria lá existente - atualmente anexa ao restaurante Siri do Galeão.


Jardim Guanabara, Rua Uçá - na época chamada rua 28 - tendo como fundo a Praia da Bica.
Vista áerea mostrando a parte alta do Jardim Guanabara em 1929.
Cacuia - Hospital Dispensário Paulino Werneck em 1938.
Esporte Clube Cocotá

Cocotá - Saco da Olaria em 1950. A praia mostrada na foto - praia da Olaria - foi aterrada para a construção do Parque Manuel Bandeira. Abaixo, a paisagem encoberta pela " aterro "
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Um domingo de Fuzuê!
A banda atacou de Caymmi. Fazia um dia que o poeta baiano havia fechado os olhos. Os versos de “Maracangalha” estavam na boca do povo. Lá de cima, o velho devia de estar contente em ouvir a canção ecoar. Isso não foi em Itapuã ou em Amaralina. Ocorreu no Rio de Janeiro, num domingo. Não foi "pagode do Vává" nem feijão da nega "Vicentina", ainda sim, era dia de festa para nós. São Pedro ajudou bastante, provou de fato gostar da cidade quando emoldurada pelo sol. Falava-se em mudança no tempo. O que tínhamos? - Um belo dia de verão, no meio de um Agosto. O bairro estava na rua e saudou com alegria a festa que ocorria de maneira inédita nas areias da praia. Aos poucos, famílias, amigos e curiosos se aproximaram.
A festa rolou o dia inteiro. Começou na claridade do almoço e terminou na escuridão da noite. Quando o sol já havia se cansado e resolveu partir, a lua veio nos ver na beira da praia. Em homenagem a jóia amarelada que nascia sob o mar, a banda atacou uma marcha que falava em seu nome. Dali, ela não saiu mais.
A brincadeira acabou quando o clarim se calou. Uma “meia dúzia” resolveu iniciar uma batucada e estender a festa que insistia em findar. No final, era “couro”, “palma da mão” e "voz". Todos sabíamos que era hora de partir. Os corpos estavam cansados e não havia mais feijão. Dalí, aqueles poucos não queriam sair, mas infelizmente, somente a lua podia ficar.

Para visualizar mais fotos clique no link abaixo e entre na nossa página do FLICKR:
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domingo, 27 de julho de 2008
Dois dedos de prosa e a saideira!

Alguém lembra que em breve um dos presentes completará anos. Uma das meninas diz trazer o bolo! Uma mão se levanta e propõe brinde. Outra se abaixa e saca da carteira dez contos para quitar uma mensalidade em atraso. Escuta-se um acorde de violão. Uma voz rasga o burburinho das bocas e leva um velho samba. As mesas e os copos balançam ao som da melodia. A mão “cansada,” agora passa a viola para uma mais nova. Os arranjos são outros. Menos originais, mas, mais ágeis...
Tinha gente que vinha mais. Tem gente que vinha menos. Os que vinham mais e hoje são ausentes, deixaram de vir por motivos desconhecidos: Nunca se sabe ao certo o que justifica deixar de ver quem não nos fez mal...
Fala-se de política. Fala-se de esporte. Fala-se de quem ainda não chegou, ou de quem ainda a pouco esteve presente. Alguém na cabeceira da mesa pede cerveja, outro coca, outra; chocolate com guaravita. Chega mais um; outro se vai. Um casal se despede: Certamente haverá uma mulher feliz antes dos pais pensarem ser muito tarde para um churrasco em dia de semana. Uma namorada está no colo, outra na “cola”. Alguém dorme na mesa. Uns contam histórias em voz alta. Outros falam nos ouvidos. Alguém lembra de quem agora nos “vê de cima”. Uma lágrima de saudade rola no rosto: Aqui não se joga mais cartas! Ninguém senta mais no “peito me dói” – ele já levou dois...
Um amendoim “foge” da arcada e rompe o espaço com direção indefinida. Uns falam pouco, uns muito, uns; como a moça que junta bolinhas. Um grito rompe a conversa e a tv no canto anuncia: Bola na trave! Risos, zombaria e brindes!
Aos poucos, a mesa se esvazia. Abraços! Beijos!Até mais! Quem chega agora pergunta por quem já se foi. O rádio toca musicas que enchem o peito de nostalgia. A “saideira” agora é pra valer. O cigarro morre no fundo do cinzeiro... Ok senhores...noite encerrada! - E a conta? Pergunta a voz que vem do balcão:

Personagens reais de um mundo de histórias por vezes ilusórias
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Segura Marimba! Festa no Céu!!!
Antes do falecimento, Aroldo concedeu bela e emocionada entrevista ao site OBatuque. Nela,reconstruiu sua história de vida, relembrou momentos importantes para a construção da identidade da Ilha no mundo do samba, além de momentos importantes para a agremiação que sua voz defendeu até seus últimos dias.Como homenagem, o Fuzuê reproduz parte dessa entrevista afim de que todos conheçam esse homem simples, sambista do povo, cujo a voz está definitivamente gravada na História das conquistas do samba.
Ao lado do Quinho do Salgueiro, quando o interprete ainda estava na União.
Os memoravéis desfiles da União da Ilha, emoldurados pela voz de Aroldo Melodia!
O Fuzuê te abraça e lhe manda luz!!!
domingo, 15 de junho de 2008
SAMBA: o canto de liberdade desse meu país.
" Maria Lata d'agua" -
"... Falo do samba. Que outra forma de expressão é mais completa? O samba dialoga com a divindade, abraça o solo, envolve-se com as águas, é verde antes da moda, vermelho antes da decepção, azul porque 'anteblue', amarelo porque dissidente, branco porque reunião, e negro porque um negro é um negro, é um negro, é um negro, é negronoite, e a noite é a mãe de todos nós. O capital não tem pátria. O samba tem: a alma, onde quer que ela esteja. Há os que se julgam remadores em direção ao futuro. Não sabem que o samba lhes esculpiu o barco. O fazer samba implica sempre ato de magia: é voltar. E como a essa esplêndida viagem se opõem o tempo e a ciência, o samba, encrequeiro, volta para o futuro, numa reconquista do paraíso perdido, na qual temos que tomar conta de nossos ancenstrais-bebês, sabendo que, em outro futuro próximo, as gerações vindouras chegarão para nos alimentar.
Esse é o paradoxal ciclo aberto do samba. Porque o samba, mais que feitio de oração, nos ajuda a atravessar o vale da morte e das lágrimas, a lama da impunidade, o limbo das esperanças perdidas. O samba preside o nascimento e celebra o gurufim dos seres. Em linguagem cósmica, o samba estava na primeira explosão e estará no último gemido. Em todos os recantos onde expandimos ou onde nos confragemos existe samba."
O Fuzuê assina em baixo!! Salve o samba!
Representantes das estrelas do samba: João Nogueira,Elizeth Cardoso,D.Ivone Lara e Beth Carvalho.
Clara Nunes: Um dos maiores nomes da história do samba
Aldir Blanc: Compositor e poeta carioca, autor de clássicos da MPB como "Bêbado e o equilibrista" e do texto que aqui reproduzimos.







